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Provas de Carcavelos e Colares; Almoço Vínico no Tivoli Palácio de Seteais

LOGO PROVA NO TIVOLI

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PATROCÍNIO

APOIO: CVR LISBOA

Foi no extraordinário Tivoli Palácio de Seteais, que decorreram primeiro Provas de Vinhos DOC Carcavelos e Colares, seguidas dum sumptuoso almoço, precedido de um descontraído Cocktail que serviu para estabelecimento de contactos entre os presentes.

Todos os produtores estavam presentes, dos quais se provaram Colares Branco e Tinto, seguidos de Carcavelos, Colheita de 2004.

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De referir que para serem considerados DOC Colares, as castas têm que ter obrigatoriamente 80% de Malvasia de Colares ou Ramisco, brancas ou tintas respetivamente, e tudo encepamentos assentes em Chão de Areia (90%) ou Chão Rijo (máximo 10%).

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Fica aqui o descritivo dos vinhos provados.

VINHOS PROVADOS

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À conversa com o pai do Rock Português, Rui Veloso. Profundo amante do Vinho de Colares!

O almoço, procurou recrear ambiente do primeiro terço do século passado, com pratos dessa época que se revelaram altamente harmonizados com os vinhos servidos, como consta no menu.

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OS PRATOS SERVIDOS


 

Um motivo de reportagem para uma outra ocasião.

Três palavras. A primeira para o Eng. Aníbal Coutinho que sabe organizar como poucos uma prova a sério, para mais com vinhos históricos. Neste campo desde o serviço, aos copos e condições proporcionadas, procurou que os provadores e o ambiente fossem o melhor possível. E foi mesmo! Parabéns.
Uma segunda para o Sr. Pedro Frazão, Diretor do hotel, que foi anfitrião e mostrou que é possível ter um espaço de classe com vinhos de Colares, que arristo afirmar, estão ao nível dos melhores do mundo, principalmente no que toca a vinhos de guarda e muito velhos.
A última palavra vai quer para a Comissão Vitivinícola Regional de Lisboa que tem papel preponderante na forma como trata um vinho histórico deste género, quer para a recém criada Rota dos Vinhos de Bucelas, Carcavelos e Colares, no mérito que têm ao conjugar esforços entre os diversos agentes, produtores, restauração, hotéis, etc, no sentido de tornar possível sob ponto de vista de defesa deste valiosíssimo património histórico, ao nível do produto e enoturismo, criando assim uma Cadeia de Valor, muitas vezes explicitada e bem pelo Dr. Vasco d’Avillez.
Parabéns a toda a organização.

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