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Dory Wine Party a bordo do Creoula, Doca de Santa Apolónia, Lisboa

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PATROCÍNIO

CVR LISBOA



11Dori, bacalhoeiro, bacalhau e vinho bem poderiam ser o mote para o evento de ontem. Contrastando com a Doca de Santa Apolónia, o ar e clima sob ponto de vista térmico eram bem mais aprazíveis que em terra.

 

Local fantástico para apresentação dos novos Dory’s que combinaram na perfeição. Além disso temos novas imagens. Foram novidade o Dory Branco 2015, Dory Tinto 2014, Dory Reserva Branco 2014 e Dory Reserva Tinto 2013. Além disso serão o vinho oficial do The Tall Ships Races Lisboa, que arranca a 22 de julho.

BREVE HISTÓRIA DO CREOULA

A embarcação foi construída em 1937 num tempo record de 67 dias, pelos estaleiros da CUF em Lisboa.

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Após lançado ao mar pela primeira vez em 10 de Maio de 1937 e até 1973, o Creoula efetuou campanhas de captura de bacalhau ao largo da Terra Nova, explorado pela Parceria Geral de Pescarias.

A Secretaria de Estado das Pescas adquiriu-o em 1979 para requalificação e posterior exposição em museu.
Contudo em 1985 foi entregue à Marinha Portuguesa e é operado como Navio de Treino de Mar, e das poucas embarcações do género da Europa que conta com guarnição mista, civil e militar.


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DORI

Deriva da palavra inglesas wary. Era um pequeno barco de fundo chato, empregado na pesca do bacalhau, e que saiam com vários homens para pesca à linha. De bacalhoeiros, como o Creoula, saíam vários. De referir, e de acordo com o Capitão John Cary, “a pesca com dóris esteve entre as mais laboriosas, difíceis e arriscadas talvez de sempre.

Longas horas, trabalho pesado, grande fadiga, espaço de trabalho apertado, extremos de tempo e mares em mudança repentina eram os aspectos mais previsíveis da arte. O que em terra seria uma falha sem problema, várias vezes era um erro fatal sob estas condições. Ocasiões fatais não eram limitadas ao erro humano, pois o alterar repentino dos mares e tempo podia trazer o desastre ao homem-dos-dóris mais diligente.”

 

 

 

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