Douro Vinhos Wines

NOTÍCIA: Lançamento do Quinta do Pôpa Homenagem

O mais aguardado e emblemático vinho deste produtor duriense chega ao mercado

 

·       Em prova este Sábado, dia 06, no Adegga WineMarket 2014, no Hotel Flórida em Lisboa
O mais aguardado e emblemático vinho deste produtor duriense chega ao mercado   ·       Em prova este Sábado, dia 06, no Adegga WineMarket 2014, no Hotel Flórida em Lisboa
O mais aguardado e emblemático vinho deste produtor duriense chega ao mercado
· Em prova este Sábado, dia 06, no Adegga WineMarket 2014, no Hotel Flórida em Lisboa

Stéphane e Vanessa Ferreira – actuais “percursores” da Quinta do Pôpa – partilham finalmente o mais aguardado e emblemático vinho produzido nesta propriedade duriense: o ‘Quinta do Pôpa Homenagem’. Um tinto de celebração, um néctar carregado de emoção, de orgulho e de saudade, que materializa a mais sentida homenagem ao avô de ambos, conhecido como Pôpa e motor do sonho da família Ferreira – iniciado por José Ferreira (também conhecido por Zeca do Pôpa) .

"Todo o Homem tem um sonho" - Luís Pato
“Todo o Homem tem um sonho” – Luís Pato

No contra rótulo pode ler-se uma sentida dedicatória escrita pelos netos do Pôpa: “D’ouro senhor e humilde agricultor, retrato de vivacidade, dedicação e perseverança. Em traços largos de saudade ecoamos a tua história, baptizamos o teu sonho, procriamos o néctar. Sábio rogador, no lavor do aperto, na demora do estágio, uniste-nos. Em tom de homenagem, para ti, bom feitor: o cálice.”.

Quinta do Pôpa Homenagem tinto 2009’ é um vinho de cor ruby. Com aroma complexo e intenso, destaca-se a fruta preta madura em equilíbrio com as especiarias dadas pelo estágio em barricas de carvalho.
Na prova, é um vinho com taninos bem presentes: volumosos e suaves na entrada, mas afinados e elegantes, primando pelo equilíbrio entre a concentração e frescura. Ideal para harmonizar com cabrito assado, chanfana, arroz de cabidela.
Quinta do Pôpa Homenagem tinto 2009’ é um vinho de cor ruby. Com aroma complexo e intenso, destaca-se a fruta preta madura em equilíbrio com as especiarias dadas pelo estágio em barricas de carvalho.
Na prova, é um vinho com taninos bem presentes: volumosos e suaves na entrada, mas afinados e elegantes, primando pelo equilíbrio entre a concentração e frescura. Ideal para harmonizar com cabrito assado, chanfana, arroz de cabidela.

Depois de uma cuidadosa selecção de uvas – provenientes dos melhores talhões de Vinhas Velhas (40%), Tinta Roriz (35%) e Touriga Nacional (25%) – na vinha e na adega, a fermentação decorreu em separado e em pequenos lagares de inox, com macerações prolongadas, onde as uvas foram suavemente submetidas a pisa a pé. O vinho passou directamente para barricas de carvalho francês – novas (40%) e de segundo e terceiro anos (60%) –, onde ocorreu a fermentação maloláctica e posterior estágio durante nove meses. Uma produção bastante limitada: precisamente 2.009 garrafas de 750ml e 90 magnum, com um PVP de € 29,00 e € 63,00, respectivamente.

Um néctar que estará em prova e à venda, em première, no Adegga WineMarket 2014, evento que se realiza este Sábado, dia 06 de Dezembro, entre as 15h00 e as 21h00, no Hotel Flórida em Lisboa.

Francisco Ferreira: o retrato de um homem a quem todos chamavam de “Pôpa”   Passear pelas ruas da aldeia de Fontes era para Francisco Ferreira o despertar da sua verdade. Conhecido por todos como Pôpa, principalmente pela história das suas raízes, era o filho não reconhecido pelo seu afortunado pai. Vaidoso, ritmava o seu passo para que as meninas se assomassem à janela enquanto passava, como quem vê a banda a passar.   Trabalhador, ajudava a sua mãe laborando arduamente nas vinhas de seu pai, carregando cestos repletos de uva até aos antigos lagares onde, através desse fruto saboroso e nutritivo da terra e do trabalho do homem, nasceria uma bebida privilegiada: o precioso néctar a que chamamos vinho. Simples, vivia as tristezas aceitando as diferentes realidades sociais que o separavam daqueles que eram sangue do seu sangue e celebrava as conquistas na altura das vindimas. Apaixonado, encontrou o amor e viveu o romance da sua vida. Casou-se e a sua mulher presenteou-o com três filhos. Feliz, morreu com dignidade aos 56 anos, descansando junto daqueles que amava e principalmente na sua terra, junto das vinhas do seu pai, com a promessa de um dia este o reconhecer como filho.
Francisco Ferreira: o retrato de um homem a quem todos chamavam de “Pôpa”
Passear pelas ruas da aldeia de Fontes era para Francisco Ferreira o despertar da sua verdade. Conhecido por todos como Pôpa, principalmente pela história das suas raízes, era o filho não reconhecido pelo seu afortunado pai. Vaidoso, ritmava o seu passo para que as meninas se assomassem à janela enquanto passava, como quem vê a banda a passar.
Trabalhador, ajudava a sua mãe laborando arduamente nas vinhas de seu pai, carregando cestos repletos de uva até aos antigos lagares onde, através desse fruto saboroso e nutritivo da terra e do trabalho do homem, nasceria uma bebida privilegiada: o precioso néctar a que chamamos vinho. Simples, vivia as tristezas aceitando as diferentes realidades sociais que o separavam daqueles que eram sangue do seu sangue e celebrava as conquistas na altura das vindimas. Apaixonado, encontrou o amor e viveu o romance da sua vida. Casou-se e a sua mulher presenteou-o com três filhos. Feliz, morreu com dignidade aos 56 anos, descansando junto daqueles que amava e principalmente na sua terra, junto das vinhas do seu pai, com a promessa de um dia este o reconhecer como filho.

Um dos seus filhos – José Ferreira, conhecido como Zeca do Pôpa e pai de Stéphane e Vanessa –carregou consigo o seu sonho e, ao regressar de França, começou a juntar pequenas parcelas até formar uma verdadeira quinta, actualmente com 30 hectares. É com a determinação e empenho que esta família vos presenteia com néctares de qualidade provenientes da Quinta do Pôpa, baptizada  em forma de homenagem.

Sobre a Quinta do Pôpa: A Quinta do Pôpa é uma “janela sobre o rio Douro”. Propriedade duriense produtora de vinhos localizada na encosta da EN 222, no concelho de Tabuaço, em pleno Alto Douro Vinhateiro. O nome e história desta Quinta simbolizam a realização de um sonho que tem passado de geração em geração, homenageando Francisco Ferreira, mais conhecido como Pôpa: o seu filho adquiriu parte da propriedade em 2003, mas hoje são os seus netos – Stéphane e Vanessa Ferreira – que estão nos comandos da Quinta do Pôpa, com o objectivo de produzir vinhos de qualidade superior. Um projecto familiar que conta com a expertise do enólogo bairradino Luís Pato e do duriense Francisco Montenegro. Com uma área total de 30 hectares, dos quais catorze são de vinha (três de vinha velha com mais de 60 anos), composta por uma mistura de nobres castas tintas, todas de letra A. Na produção conciliam-se as técnicas mais sofisticadas com séculos de rigorosa tradição, como a vinificação através da pisa a pé em lagares de granito a uma temperatura controlada; e na construção  de uma marca com personalidade e qualidade, criada através da sua história e do casamento harmonioso entre a terra e o clima que o seu terroir tem para oferecer. O portefólio deste produtor duriense reúne as marcas Contos da Terra (tinto; branco; e rosé), Pôpa (tinto; branco; e vinho doce tinto) e Quinta do Pôpa (Touriga Nacional; Tinta Roriz; Vinhas Velhas; e Homenagem). Para além do tinto de seu nome PaPo (ou TRePA, quando falamos do mercado internacional).
Sobre a Quinta do Pôpa:
A Quinta do Pôpa é uma “janela sobre o rio Douro”. Propriedade duriense produtora de vinhos localizada na encosta da EN 222, no concelho de Tabuaço, em pleno Alto Douro Vinhateiro. O nome e história desta Quinta simbolizam a realização de um sonho que tem passado de geração em geração, homenageando Francisco Ferreira, mais conhecido como Pôpa: o seu filho adquiriu parte da propriedade em 2003, mas hoje são os seus netos – Stéphane e Vanessa Ferreira – que estão nos comandos da Quinta do Pôpa, com o objectivo de produzir vinhos de qualidade superior. Um projecto familiar que conta com a expertise do enólogo bairradino Luís Pato e do duriense Francisco Montenegro. Com uma área total de 30 hectares, dos quais catorze são de vinha (três de vinha velha com mais de 60 anos), composta por uma mistura de nobres castas tintas, todas de letra A. Na produção conciliam-se as técnicas mais sofisticadas com séculos de rigorosa tradição, como a vinificação através da pisa a pé em lagares de granito a uma temperatura controlada; e na construção de uma marca com personalidade e qualidade, criada através da sua história e do casamento harmonioso entre a terra e o clima que o seu terroir tem para oferecer. O portefólio deste produtor duriense reúne as marcas Contos da Terra (tinto; branco; e rosé), Pôpa (tinto; branco; e vinho doce tinto) e Quinta do Pôpa (Touriga Nacional; Tinta Roriz; Vinhas Velhas; e Homenagem). Para além do tinto de seu nome PaPo (ou TRePA, quando falamos do mercado internacional).

Deixe o seu comentário