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ALCOOLISMO, EFEITOS DO ABUSO E MODERAÇÃO

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Beber e apreciar vinhos está longe de ser o motivo para o problema da alcoolemia. Pelo contrário!

No caso particular de Portugal ele sempre foi feito para a comida e riquíssima gastronomia! A abertura de uma garrafa de vinho constitui inclusivamente um ato social! Nós abrimos e dividimos entre os presentes a uma mesa, constituindo até uma excelente rede social!

(clique nos paineis acima para ampliar)

Se o discurso for os adolescentes, então aqui basta ver que os refrigerantes, ainda por cima com açúcares à base de aspártamo potencialmente cancerígenos, talvez 1 pingo de vinho no copo traga um benefício um pouco mais elevado.

O Dr. Vasco d'Avillez ( presidente da CVR de Lisboa ), homem fértil na partilha de grandes histórias, refere o seguinte: "sou proveniente duma família numerosa, da qual somos 10 irmãos ao todo. Quando estavamos à mesa das refeições, aos 10-11 anos apenas nos davam o vinho a cheirar; aos 14 anos punham-nos no copo 1, 2 dedos de altura e bebíamos o vinho às refeições; quando chegávamos a estado adulto enchiam-nos então o copo".
O Dr. Vasco d’Avillez ( presidente da CVR de Lisboa ), homem fértil na partilha de grandes histórias, refere o seguinte: “sou proveniente duma família numerosa, da qual somos 10 irmãos ao todo. Quando estavamos à mesa das refeições, aos 10-11 anos apenas nos davam o vinho a cheirar; aos 14 anos punham-nos no copo 1, 2 dedos de altura e bebíamos o vinho às refeições; quando chegávamos a estado adulto enchiam-nos então o copo“.

A educação para a moderação e disciplina para beber bebidas alcoólicas é isto mesmo!

Abaixo temos quadros até 2003 de Perfis de Consumo de bebidas alcoólicas a nível mundial.

Como se pode verificar na tabela acima indicada, o consumo de vinho tem decrescido em favor de produtos sucedâneos como bebidas espirituosas e cerveja.

GRAFICO 5
Quase todos nós os que escrevemos sobre vinhos apelamos precisamente à moderação, ao ritual de apreciação de um vinho, à sua harmonização com comida, descrevemos todos os fatores socio-económicos em torno do mesmo e de forma alguma apelamos ao seu abuso. Muito pelo contrário.

Falar diretamente nos assuntos é instruir. Fugir dos assuntos é patrocinar a ignorância.

Como algumas tabelas e estudos acima indicados, há uma demonstração clara que o abuso de álcool de forma alguma representa na maioria o consumo de vinho, quer como principal fator de abuso, quer de alcoolismo, quer de acidentes diretamente relacionados com o consumo de bebidas alcoólicas.

Uma última consideração tem a ver com dois pontos. A restauração e actividades afins, que resiste em começar a vender vinho a copo! Um casal que num Domingo vá tomar uma refeição fora e precisamente com as restrições na estrada, dificilmente vai pedir uma garrafa. Além de não consumir tudo, sabe que ao fazê-lo corre precisamente o risco de ir para a estrada e apanhar um controlo para efetuar teste de alcoolémia. O outro ponto está relacionado com o limite numérico de 0,50g/l quando ainda há cerca de 10 anos era 0,80g. É tudo mais papista que o papa, mas os estudos efetuados estão longe de demonstrar precisamente que os comportamentos estão relacionados com números traduzidos em massa de álcool no sangue.

PROBLEMAS
Já se sabe que quando mais amarramos maior é a tendência e atração para quebrar regras e até tentar ficar mesmo em cima do risco.

Podem existir condutores que com 0,30g/l alteram o seu comportamente. E existem outros com taxas superiores se mantêm praticamente normais. A tolerância ao álcool no sangue é diferente de pessoa para pessoa. O teste de comportamento seria sempre muito mais preciso e exato, porque teria em conta as efetivas condições para conduzir uma viatura ao invés do teste em aparelho eletrónico, até porque deteta apenas álcool etílico (C2H5OH) e existe o conhecimento de comer alguns alimentos que ao reagirem com o álcool o transforma durante o seu metabolismo em algo diferente, logo, indetetável nos referidos aparelhos.

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