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VINHOS DE LISBOA: DENOMINAÇÃO DE ORIGEM (DO) ALENQUER

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PATROCÍNIOS

CVR LISBOA
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Morada: Praceta Paiva Couceiro 9, Loja B, 2725-410 Mem Martins Email: geral@asmarias.pt Tlm: 968764304
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PRODUTORES JÁ APRESENTADOS

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ADEGA COOPERATIVA DA CARVOEIRA
ADEGA COOPERATIVA DA LABRUGEIRA
CAVES RENDEIRO
CASA FÉLIX ROCHA
CASA SANTOS LIMA
QUINTA DA CHOCAPALHA
QUINTA DE PANCAS
QUINTA DO CARNEIRO
QUINTA DO CONVENTO DE NOSSA SENHORA DA VISITAÇÃO
QUINTA DO GARRIDO
Quinta do Monte d’Oiro
Quinta do Lagar Novo
QUINTA DO PINTO
Quinta do Valle do Riacho
Quinta dos Plátanos
Vale das Areias

A zona de Alenquer, no momento actual e no panorama vitivinícola da Estremadura, é seguramente a que detém uma posição de maior destaque, não apenas em valor absoluto quanto à área ocupada por vinha mas sobretudo pelo prestígio que os vinhos ali produzidos têm vindo a alcançar, sejam eles vinhos com denominação de origem, ou muito particularmente os vinhos integrados na classificação de vinho regional.

Entre as encostas da Serra de Montejunto, viradas a Sul e a Poente e as margens do Rio Tejo, desenvolve-se o concelho de Alenquer, numa sequência de colinas e vales, de terras densamente agricultáveis, onde a vinha marca uma presença quase constante.

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A vinha ocupa hoje uma área superior a 6 mil hectares com uma produção de cerca de 200.000 hl tanto em adegas cooperativas como em muitas quintas que continuam a desempenhar um papel relevante na valorização e dignificação dos vinhos da região.

Para tal contribui de forma fundamental a natureza do solo, a orografia e o clima. Os solos argilo-calcários, oriundos de substratos de origem mezozóica e cenozóica, manifestam particular aptidão para receber a videira que se instalou nas vertentes ensoleiradas de numerosas colinas e outeiros, ora viradas a sul, ora constituindo-se como cortinas naturais protectoras dos ventos húmidos e frios de origem atlântica, proporcionando assim uma barreira circundante e condicionante do clima particular que aqui se sente.

A tradição dos vinhos brancos aromáticos, cheios e persistentes no sabor e dos tintos vinosos, equilibrados, vivos e brilhantes enquanto jovens com distinto “bouquet” quando estagiados, foi determinante para que a política de reconhecimento das denominações de origem de vinhos de qualidade contemplasse a região e reconhecesse oficialmente a denominação Alenquer. E no seguimento desta acção foi dada satisfação aos anseios da viticultura regional, com a aprovação dos estatutos da Região Vitivinícola de Alenquer pelo Decreto-Lei nº 331/89, de 27 de Setembro.
Do vinho, com denominação de origem, foram certificadas em 2003 cerca de 600.000 mil garrafas.

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