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TERRAS D’ALTER

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Terras de Alter Companhia de Vinhos, Lda. Zona Industrial de Fronteira Lote 22 a 28 7460 Fronteira Portugal Telf: +351 245098067 Fax: +351 245098075 Lurdes Polido Customer Service lurdes@terrasdealter.pt

Fonte das fotos: site da empresa http://www.terrasdealter.com

A empresa resultou da parceria entre a Sociedade Agrícola do Monte Barrão e a Sociedade Agrícola das Antas, que tinham larga experiência em vários anos a produzir vinhos alentejanos de qualidade.

 

Um dos principais artífices desde sucesso mediático, e que me contagiou a mim, é o Engº Peter Bright, da Bright Brothers, enólogo da longínqua Austrália e já com um longo curriculum em Portugal junto de outras empresas do sector vitivinícula e que muito nos veio trazer em matéria de inovação.
Um dos principais artífices desde sucesso mediático, e que me contagiou a mim, é o Engº Peter Bright, da Bright Brothers, enólogo da longínqua Austrália e já com um longo curriculum em Portugal junto de outras empresas do sector vitivinícula e que muito nos veio trazer em matéria de inovação.

 

Outra pessoa a quem tenho prestar a minha homenagem é Rosarinho Castel-Branco Sommer. Uma mulher com grande dinamismo e que fez crescer este projecto, tanto do ponto de vista comercial, como pela sua excelente capacidade comunicacional junto do grande público, principalmente em redes sociais de internet, como por exemplo o Facebook.
Outra pessoa a quem tenho prestar a minha homenagem é Rosarinho Castel-Branco Sommer.
Uma mulher com grande dinamismo e que fez crescer este projecto, tanto do ponto de vista comercial, como pela sua excelente capacidade comunicacional junto do grande público, principalmente em redes sociais de internet, como por exemplo o Facebook.

A empresa teve o cuidado de produzir tanto vinhos de consumo regular, com uma óptima relação qualidade-preço, como topos de gama, a cujos sabores não pôde ficar indiferente, principalmente a “mono” Alicante Bouschet, a minha casta alentejana preferida em termos de vinhos tintos.

Felizmente que exporta, tanto para a Europa como para os Estados Unidos.

Com esta frase gostaria de ressalvar que das poucas actividades que em Portugal contribui para a balança de exportações, uma é a vitivinícultura.

Mais de 50% das exportações vêm deste sector, o que demonstra que os sucessivos governos poderiam e deveriam apoiar os sectores agrícolas tradicionais: vinícola, olivícola, lacticínios, etc. Tudo produtos 100% portugueses.

Produtos bastante apreciados lá fora e com grande procura. Vale a pena pensar nisto.

 

No que concerne às vinhas, estas estendem-se por latadas entre planícies e ondulados terrenos, que permitem uma boa exposição ao sol, essencial para a sua maturação, conferindo excelente qualidade ao fruto, antes da vindima, plenos de sabores, complexidade e um “mix” único de aromas que só o consumidor poderá descobrir.

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A vindima é manual, as uvas são seleccionadas e inseridas num processo com controlo de temperatura rigoroso. Os receptáculos do líquido a fermentar estão adequados aos tipos de vinhos que se pretendem produzir: cubas grandes para vinhos mais correntes, cubas pequenas para topos de gama, ou vinhos de lote.

PRÉMIOS DO CONCURSO VINHOS DE PORTUGAL 2014 Medalha de Ouro para o Telhas Branco 2012 Medalha de Ouro para o Outeiro 2011 Grande Medalha de Ouro para o Telhas Tinto 2011 Grande Medalha de Ouro para o Reserva Tinto 2011 Melhor Vinho de Lote do Ano para o Reserva Tinto 2011
PRÉMIOS DO CONCURSO VINHOS DE PORTUGAL 2014
Medalha de Ouro para o Telhas Branco 2012
Medalha de Ouro para o Outeiro 2011
Grande Medalha de Ouro para o Telhas Tinto 2011
Grande Medalha de Ouro para o Reserva Tinto 2011
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Fonte: Terras d’Alter

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