Dão Vinhos Wines

ADEGA COOPERATIVA DE VILA NOVA DE TAZÉM

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Contactos
Adega Cooperativa de Vila Nova de Tazem
Rua Dr. António Borges, n.º 122
Vila Nova de Tazem
6290-632 Vila Nova de Tazem
Portugal

Telef: 238 486 182
Fax: 238 486 267

Coordenadas GPS:
N: 40º 30′ 0″
W: 7º 42′ 48″

mapa

Breve historial

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Fundada em 1954, a Adega Cooperativa de Vila Nova de Tazém concebeu desde os seus primórdios as suas infra-estruturas como cooperativa.

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Receber e vinificar as uvas cultivadas pelos seus associados, assente nas castas típicas da região do Dão, foi desde sempre o objectivo principal da Adega Cooperativa.

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Com quase 60 anos de existência, a notoriedade e sobriedade das suas marcas vincam o rigor desta Adega que vai de encontro à qualidade demarcada pela região do Dão.

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A primeira vindima realizada nas atuais instalações ocorreu em 1967, tendo entregue uvas cerca de 198 associados.

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Nos primeiros anos de actividade a Adega vendia toda a produção a granel.

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Gradualmente foi iniciando o processo de comercialização de vinhos engarrafados.

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Surge a primeira marca “Encosta da Estrela” em 1980 .

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Em 1985 a Adega Cooperativa atinge um passo importante na sua história ao tornar-se a primeira do seu género na região do Dão a ter linha de engarrafamento próprio.

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Ao mesmo tempo lança no mercado a marca “Pedra d’Orca”.

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Entretanto várias remodelações são efetuadas quer ao nível das instalações quer ao nível dos equipamentos, adaptando as infra estruturas iniciais aos novos procedimentos nas áreas de recepção, vinificação, armazenagem, engarrafamento e expedição.

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Atualmente a Adega Cooperativa possui um port-folio bastante alargado, comercializando vinhos, espumantes e aguardente.

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Produz anualmente cerca de 2 milhões de garrafas em várias marcas e segmentos dando especial importância aos vinhos DOC Dão.

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A notoriedade e qualidade dos produtos são a primazia da Adega Cooperativa de Vila Nova de Tazem, que aposta na melhor seleção de uvas e castas para as suas produções. Como produtora de vinhos de qualidade, a Adega através do seu portfólio de marcas pretende levar até à mesa dos consumidores a melhor companhia, para qualquer ocasião.

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A aposta no futuro é essencial para a Adega Cooperativa de Vila Nova de Tazém que procura diariamente, respeitando todos com quem se relaciona, colocar ao dispor do consumidor os melhores vinhos, distintos, elegantes, de aromas intensos e frutados, reveladores do carácter da região.

Região do Dão

Dão é terra de vinhos, de história e de contrastes. O acidentado do terreno, circundado por um conjunto de grandes serras que o protegem das influências exteriores (a poente encontra-se a serra do Caramulo, a sul a luxuriante Buçaco, a norte a serra da Nave e leste a imponente Estrela),

que constituem uma importante barreira às massas húmidas do litoral ou aos agrestes ventos continentais, o minifúndio e a exuberante vegetação com verde de todas as tonalidades que vai alternando com rocha, contribuem para o quase anonimato da vinha na paisagem. E, no entanto, as videiras estão lá plantadas em cerca de 20 000 hectares, onde as gentes do Dão aproveitam as excelentes condições edafo – climáticas para explorar a sua ancestral aptidão agrícola.

A rede hidrográfica da região caracteriza-se por um traçado rígido indicando um ajustamento claro à estrutura do relevo por onde correm os dois principais rios da região – o Dão e o Mondego – cujos cursos apresentam um grande paralelismo enquanto percorrem todo o maciço granítico. O rio Alva é o terceiro importante curso de água da região.

As vinhas estão instaladas em terrenos de baixa fertilidade, predominantemente graníticos com diversos afloramentos xistosos que surgem a sul e a poente da Região. Ainda que se encontre implantada em altitudes que rodam os 800 metros, é entre os 400 – 500 que vegeta em maior quantidade.
In: Comissão Vitivinícola do Dão

No Dão “os tintos são cintilantes, de cor rubi, encorpados, de aroma a sabor delicados. Envelhecem com extraordinária nobreza ganhando um bouquet esplendoroso, que os torna suaves e aveludados. Os brancos são leves e frescos, de cor amarela – citrina, com aroma suave e sabor frutado.”
In: Turismo do Centro de Portugal

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