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NA ROTA DOS VINHOS DE LISBOA 22: Caldas da Rainha – Entre a praia e o campo

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Foz do Arelho        
Caldas da Rainha        
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FOZ DO ARELHO

Foz do Arelho é uma vila e freguesia portuguesa do concelho de Caldas da Rainha, do Oeste, com 9,62 km² de área e 1 339 habitantes (2011). Densidade: 139,2 hab/km².
É conhecida como destino de férias de Verão, visto possuir praias não apenas viradas para o oceano Atlântico, mas também na orla da Lagoa de Óbidos.
A ocupação de seu sítio remonta a um povoado piscatório da paróquia da Serra do Bouro. Com a criação das freguesias manteve-se como povoado da freguesia da Serra do Bouro, da qual foi desanexada em 1919, constituindo-se como freguesia pela Lei nº 839 de Julho de 1919.

É impossível falar de uma história da Foz do Arelho sem falar da Lagoa de Óbidos, à qual está – e, de resto, estará – sempre intimamente ligada.
Essa ligação é quase visceral, começando, desde logo, por ser na Lagoa que o povoado ganhou pelo menos parte do seu nome, exactamente por estar na foz de um rio. Apesar de tudo não há nenhum rio Arelho, facto que não deixa de gerar alguma perplexidade.
A ligação, contudo, não se queda pela curiosidade do nome. É bastante mais profunda.
Da Lagoa de antigamente se dizia que dava pão e vinho. Era, como é, o sustento da terra – nela se pescava, mas dela ser recolhia também o limo com que as populações locais adubavam a terra.


CALDAS DA RAINHA

É uma cidade portuguesa com 30 343 habitantes no seu perímetro urbano (2012), sendo por isso a segunda maior cidade do Distrito de Leiria, pertencente à sub-região do Oeste, região Centro, e integrando a Região de Turismo do Oeste.
Na Praça da República (conhecida popularmente como “Praça da Fruta”) realiza-se todos os dias, da parte da manhã, ao ar livre, o único mercado diário horto-frutícola do país, praticamente inalterável desde o final do século XIX.

Ainda hoje, a cidade das Caldas da Rainha mantém como armas, o brasão da Rainha D. Leonor, ladeado à esquerda pelo seu próprio emblema (o camaroeiro) e à direita pelo emblema de D. João II (o pelicano). Ao manter estas armas, a cidade é das poucas povoações do país a utilizar um brasão anterior à normalização da heráldica municipal levada a cabo em meados do século XX, não estando de acordo com a legislação em vigor.
Acredita-se que, em 1484, durante uma viagem de Óbidos à Batalha, a rainha D. Leonor, esposa de João II de Portugal, e a sua corte, tenham passado por um local onde várias pessoas do povo se banhavam em águas de odor intenso. Fazendo alto, a rainha indagou-lhes por que razão o faziam, uma vez que, naquele tempo, o banho não era comum, muito menos em águas de odor tão acentuado, sendo-lhe respondido que eram doentes, e que aquelas águas possuíam poderes curativos. A rainha quis comprovar a veracidade da informação e banhou-se também naquelas águas, de vez que também ela era doente (não existe unanimidade entre os autores com relação à natureza do mal: alguns autores afirmam que a rainha padecia de uma úlcera no peito, outros, problemas de pele, e outros ainda, que tinha apenas uma ferida no braço). De qualquer modo, de acordo com a lenda, a soberana curou-se e, no ano seguinte, determinou erguer naquele lugar um hospital termal para atender todos aqueles que nele se quisessem tratar.


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Restaurante Museu Adega Velha

TEXTO ADEGA VELHA


 

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