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Herdade do Rocim Rosé 2017

apreciacao Herdade do Rocim Rosé 2017

Herdade do Rocim Rosé 2017

Foi provado o vinho Herdade do Rocim Rosé 2017, produzido na Região do Alentejo.

Acompanha uns simples mas saborosos percebes cozidos da nossa costa.


Vinificação

Vindima manual em caixas de 12 kg.

Na adega, as uvas foram novamente submetidas a escolha em tapete vibratório, tendo sido desengaçadas com ligeiro esmagamento do bago.

Vinificação em bica aberta, após clarificação estática por frio.

A fermentação ocorreu a uma temperatura de 15ºC, por um período de 19 dias.

Estágio em garrafa por um período de três meses.


Dados Sobre o Vinho

Região: Alentejo
Produtor: Herdade do Rocim
Castas: Touriga Nacional
Álcool: 12,5º

Clima: Clima mediterrâneo
Solo: Grauvaque – solos xistosos com floramentos graníticos
Denominação: Regional Alentejano

Notas de Prova

  • Aspeto: Côr rosada suave e límpida
  • Aroma: mpacto de frutos vermelhos silvestres, framboesa, groselha, tudo muito suave com ligeiro toque de polpa de damasco.
  • Boca: Vinho fresco, boa estrutura, suave e leve como se pede a um rosé, grau equilibrado e acidez viva.
  • Final: Termina com média persistência mas ao fruto.

Classificação: 86

ficha Herdade do Rocim Rosé 2017

Temperatura de Serviço: 9ºC


Harmonização (Wine Pairing)

Os percebes constituem uma iguaria nacional cheia de sabores de costa e minerais, tal como o vinho que acompanha, complexo, estruturado, leve e sem sobrepor ao marisco.


Percebes – Como Preparar

Capa percebes_burned

 

Ingredientes

  • 1/2 Kg percebes da Costa Vicentina e do Sudoeste Algarvio
  • 1 1/2L água do mar sem poluição ou água a ferver com sal marinho

Preparação

Lavar bem os percebes ou perceves, depois colocá-los em água fria.

Levar ao lume e quando levantar fervura contar 2 minutos, posteriormente, escorra bem e sirva frio.


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Percebes um sabor agarrado à rocha

4 Comentários

  1. Boa tarde!
    Sou apreciador de um bom tinto, com preferências por vinhos que conseguem a grande magia do equilíbrio entre o muito encorpado e teor alcoólico acima dos 14º com maciez e taninos domados, macios e acidez mediana para reservar algum frescor mas com muito baixo grau de adstringência.
    Sou admirador da alquimia dos enólogos portugueses na confecção de vinhos complexos, sabendo utilizar com maestria a amalgama de castas que o país lhes disponibiliza.
    Gostaria de pedir-lhes mais comentários sobre vinhos desta gama, e dicas de rótulos que atendam essa preferência e também aquelas que entendam que vá me surpreender.
    Agradecido despeço-me.
    Com os melhores cumprimentos,

    Gilis Iran

    1. Caro Gilis. Se aprecia um bom vinho tinto, tem aqui um Guia com diversos provados quer pelo Clube de Vinhos Portugueses quer em painel de consumidores.

      Fica o link:

      Grato pela atenção

  2. Maravilha!!! Espero um dia ir a Portugal ou a Espanha provar essa iguaria!!!!

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