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ADEGA COOPERATIVA DE ALCANHÕES

 

Adega Cooperativa de Alcanhões, C.R.L.

2000-371 Alcanhões

Telef.: 243 429151 – Fax: 243 429778

E-mail: adega.coop.alcanhoes@sapo.pt

 

 

Este artigo é fruto dum encontro no CNEMA no âmbito da Feira de Agricultura de Santarém. Teve o mérito de me surpreender com uma prova atenta de alguns néctares disponíveis. Pequenas surpresas a bons preços!

 

A ADEGA COOPERATIVA DE ALCANHÕES, C.R.L., foi constituída em 1957 . A atividade iniciou-se em 1 de Setembro de 1962. A freguesia dista 7 km de Santarém.

 

Dados:

 

Nº associados: aprox. ;

Área: 225 há;

Média de parcelas: 21.500 m2;

Armazenagem: 30.000 hl;

Produção: 20.000 hl;

 

A subsidiação contribuiu de certa forma para o crescimento das instalações da Adega.

 

Existiu um esforço no sentido de promover a reconversão de vinha com cepas de castas de qualidade; uma boa matéria-prima que tem conduzido a produtos de correspondem às exigências dos mercados.

 

 

“Dentro desta linha, a Adega Cooperativa de Alcanhões produz já grande quantidade dos seus vinhos certificados, nomeadamente DOC (Denominação de Origem Controlada) e Regionais, destacando-se nestas categorias as marcas “ Cardeal Dom Guilherme “, “Terras do Paço “ e “ Frades Bentos “.

 

Na categoria dos vinhos de mesa, o – branco e tinto “Adiafa”, constitui ainda a maior força de vendas da Adega, para além do tinto selecionado “Encostas do Cirne” e dos vinhos leves – branco e rosé – da marca “Ribaleve”.”

 

 

Fonte: site AC Alcanhões;

 

O mercado de exportação é assegurado com vendas para países comunitários como a Alemanha, Luxemburgo e Inglaterra; a nível nacional a comercialização é feita por agentes distribuidores.

 

 

 

A TRADIÇÃO E A FAMA DOS VINHOS DE ALCANHÕES JÁ VEM DE LONGE !…

 

 

“A existência das vinhas na região de Santarém, da qual Alcanhões faz parte integrante como sub-região mais representativa, remonta à fundação da nacionalidade, dado que a elas se referia o nosso primeiro rei, quando em 1170 concedeu foral à que é hoje a capital do Ribatejo.

 

Curiosamente pode ler-se também na Crónica de D. Fernando, de Fernão Lopes – Capítulo CII – sob o título “Como o Infante chegou a Alcanhões, onde El Rei estava, e do recado que Dona Maria ouve da sua ida dele”:

 

 

“Partiu o Infante com este propósito, firmado todo em seu coração e foi-se caminho Dalcanhões… e foram ali juntos muitos da corte e alguns estrangeiros, tanto por mirar a formosura dela, como por acompanhar o Infante”.

 

 

Em aquele dia à tarde, depois de dançarem « e… e houveram vinho e fruita Dalcanhãaes …. “ (SÉCULO XIV).

 

 

Desde então, o melhoramento da cultura e a escolha de castas tradicionais vêm conferindo aos vinhos de ALCANHÕES uma qualidade que facilmente os distingue dos de qualquer outra região.”

 

 

Fonte: site AC Alcanhões;

 

 

 

 Cardeal Dom Guilherme – Ex-líbris da A.C. Alcanhões

 

“A freguesia de Alcanhões foi criada por decreto em 1852, assinado pelo Presidente da Câmara dos Pares do Reino, ao tempo, D. Guilherme Henrique de Carvalho, que era simultaneamente o Cardeal Patriarca de Lisboa.

 

 

O vinho comercializado sob esta marca, certificado como D.O.C. e produzido em vinhas selecionadas, pretende recordar a data em que Alcanhões foi elevada à dignidade de freguesia e homenagear aquele a quem tal se deve.

 

O “Cardeal Dom Guilherme “ Tinto é produzido a partir das castas nobres, Castelão e Trincadeira, Syrah e Aragonês . “

 

 

Fonte: site AC Alcanhões;

 

 

 

 

 

 

3 Comentários

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