9 Comentários

  1. Tenho uma caixa para abrir de Marquês de Borba, Reserva 2004 de João Portugal Ramos, estava guardado para abrir numa ocasião muito especial, mas para a semana vou finalmente abri-lo e bebê-lo… se vier para aqui escrever disparates já sabes… são os vapores… eheheh

    1. Belíssima garrafa o Marquês de Borba Reserva 2004. Garrafa que se aguenta muito bem ao longo de pacientes 15 anos. Produzido pelo meu amigo, o Engº João Portugal Ramos. Bem hajas pela tua visita. Jorge Cipriano

  2. A lista está muito restrita.

    Gostaria de ver incluidos os vinho Vale do Nídeo e Quinta de azinhate.
    Vinhos por excelência.

  3. A casa Santos Lima é desta lista um dos que mais gosto!!!Um vinho que acho excelente e não vi publicado e o Merlott da Companhia das Lezirias.Acho que vale a pena provar! Cumprimentos

    1. Relativamente à Casa Santos Lima, esta é quanto a mim, das melhores situadas na DOC de Alenquer e que primam pela extrema relação qualidade-preço, acessíveis a todas as bolsas e democratizando o consumo a todos os que procuram bons vinhos sem gastar muito dinheiro. Quanto ao Companhia das Lezírias Merlot 2006, eis as minhas notas de prova: bons aromas à casta, está um vinho afinado, com notas de fruta mas sobretudo notas de grafite, menta, chocolate amargo, remetendo-nos a um estilo bordalês. Muito envolvente na boca, veludo puro, é um tinto sedutor, pensado para não deixar ninguém indiferente. Quem não gosta de ser seduzido?

      A Companhia das Lezírias é uma empresa secular: mais de 4 séculos de história. Tem além de produção de vinhos muito exportados para o Reino Unido e imagine-se para países árabes, produção florestal, cudelaria, entre imensas outras actividades produtivas. A sua área vai desde os limites da freguesia de Samora Correia até pelo menos Salvaterra de Magos. O melhor remédio é ir até lá. A adega do Catapereiro fica à beira da Recta do Cabo com as devidas indicações. Apareça por lá.

  4. Desta lista restritiva
    Eu escolhi a Raposeira;
    Se tivesse alternativa
    Votava na Murganheira!

  5. Eu não entendo nada de vinhos mas o Herdade das Servas de Estremoz conheço e agrada-me ao paladar.
    cumprimentos
    Antónia

    1. Herdade das Servas. Duas apreciações.

      Monte das Servas Branco: Cor um pouco carregada, aroma apresenta-se discreto, com fruta madura, do tipo ir para a mesa e não falar muito. Bom volume de boca, com notas tostadas a forrar o palato, vinho cheio e gordo. A consumir em novo, com peixes em molho cremoso.

      Monte das Servas Tinto: Vinho focado na fruta, fresca e franca, sem rodeios ou segredos. Muito fácil, macio e agradável na boca. A consumir já!

  6. O meu vinho: Vale do Ancho Tinto 2005 (Alentejo): Feito de Aragonez e Alicante Bouschet. A cor impressiona pela concentração. No aroma mostra-se denso mas algo fechado, mesmo assim a finura e complexidade já estimulam os sentidos. Flores, chocolate, fruto de amoras, ameixa preta e figo, muito boa barrica com notas de couro. Cheio e amplo na boca, doçura e equilíbrio, termina longo e sofisticado. Um alentejano fora de série.

Deixe o seu comentário